Após 17 anos de trabalho, ele conseguiu R$ 5 milhões em acordo, por irregularidades como desvio de função, horas extras não pagas, comissões e insalubridade não reconhecidas, além de doenças ocupacionais tudo reconhecido judicialmente durante a Semana Nacional da.
Por que esse caso é importante para você?
- Valores elevados não são exclusivos: já houve acordos similares, como bancários recebendo R$ 1 milhão com o Bradesco ou ações coletivas de R$ 13 milhões no Paraná.
- A conciliação mostrou ser eficaz: o TRT-14, só na Semana da Conciliação, fechou R$ 39 milhões em acordos.
- A Justiça permite:
- Cobrar até 5 anos de direitos não pagos;
- Acionar até 2 anos após sair do banco;
- Se ainda estiver no emprego, agir preventivamente e garantir direitos futuros.
Quem pode se beneficiar?
- Quem acumulou funções sem receber o adicional;
- Realizou horas extras sem registro;
- Sofreu pressão por metas abusivas;
- Teve PLR, comissões ou acúmulos mal calculados;
- Enfrentou problemas de saúde por esforço repetitivo ou condições inadequadas.
Como a Justiça resolve
A conciliação – como no caso de R$ 5 milhões – oferece segurança jurídica, pagamento garantido e resolução célere. Com provas técnicas (contracheques, escalas, relatórios médicos), a equipe jurídica pode:
- Reaver valores atrasados;
- Corrigir rescisão e comissões;
- Buscar indenização por assédio ou danos;
- Proteger futuros direitos individuais.
Você trabalhou em banco e tem a sensação de ter sido explorado ou subvalorizado?
Não deixe o tempo apagar seus direitos. Muitos apenas descobrem que podem receber valores expressivos — mesmo depois de demitidos.
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