Fui demitido doente nas demissões em massa pelo Itaú tenho algum direito?

Demissões em massa no Itaú atingiram bancários adoecidos. Lei garante estabilidade e reintegração. Seus direitos podem ser defendidos na Justiça.

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O Itaú anunciou recentemente uma demissão em massa que desligou cerca de mil bancários em todo o Brasil, grande parte em regime de home office ou híbrido. Muitos desses profissionais relatam que foram surpreendidos, sem aviso prévio, advertência ou negociação com o sindicato.

Entre os desligados, estão diversos bancários que estavam afastados por licença médica, em tratamento de burnout, depressão ou doenças ocupacionais. Essa situação gera indignação e insegurança: afinal, pode o Itaú demitir um funcionário adoecido?

Quando a demissão doente é ilegal

A legislação garante direitos importantes que precisam ser respeitados:

  • Estabilidade acidentária: quem recebeu auxílio-doença acidentário (B91) tem direito a 12 meses de estabilidade após o retorno ao trabalho. Nesse período, não pode ser dispensado sem justa causa.
  • Proibição de discriminação: desligar um trabalhador apenas por estar doente pode configurar demissão discriminatória, passível de reintegração ou indenização.
  • Estabilidade gestante e outras proteções: grávidas, acidentados e trabalhadores em reabilitação médica não podem ser demitidos arbitrariamente.
  • Assédio institucional: oferecer programas de desligamento voluntário a bancários fragilizados por doença pode ser caracterizado como coação e gerar reparação judicial.

O que você pode exigir se foi demitido doente

Reintegração imediata ao emprego.

Indenização substitutiva, caso não seja possível retornar.

Pagamento de todas as verbas rescisórias: aviso prévio, férias, 13º, FGTS + 40%, PLR e seguro-desemprego.

Danos morais, quando comprovado abuso ou discriminação.

Revisão de acordos assinados sob pressão em momentos de fragilidade.

O que está acontecendo agora com os bancários do Itaú

O movimento sindical já denuncia que o Itaú vem adotando práticas questionáveis, desligando em massa bancários sem diálogo e afetando inclusive quem está em tratamento de saúde. Essa postura tem sido considerada arbitrária e abusiva, e já motivou ações coletivas e individuais.

Isso significa que, se você foi um dos atingidos, seus direitos não desapareceram com a demissão. Pelo contrário: você pode reivindicar na Justiça reintegração, indenização e reparação integral.

Como o JG Dias Advogados pode ajudar você agora

O JG Dias Advogados é especialista em Direito Trabalhista, Previdenciário e Bancário e já acompanha de perto as transformações no setor financeiro, incluindo as recentes demissões em massa no Itaú.

Nossa atuação é focada em:

  • Revisar a sua rescisão para identificar verbas não pagas.
  • Analisar laudos e documentos médicos para garantir estabilidade.
  • Propor ações estratégicas para reintegração ou indenização.
  • Atender de forma humanizada, entendendo que por trás de cada processo há uma pessoa e uma família que precisam de segurança.

Se você foi demitido doente pelo Itaú, não aceite a injustiça em silêncio. Entre em contato com o JG Dias Advogados e garanta que seus direitos sejam respeitados.

Advogados especialistas em causas trabalhistas e previdenciárias

JG Dias - Advocacia de Direito Trabalhista e Previdenciário

Dr. Jéssica Dias

Advogada Especialista em Direito Trabalhista com foco nos profissionais da aviação. Atuação nas áreas Trabalhista, Previdenciária e Internacional, com experiência prática e visão estratégica na defesa dos direitos dos trabalhadores do setor aéreo.

JG Dias - Advocacia de Direito Trabalhista e Previdenciário

Dr. Gabriel Dias

Advogado Especialista em Direito do Trabalho e Previdenciário, com foco em bancários, doenças ocupacionais e acidentes de trabalho. Experiência em mais de 4.000 processos e trajetória desde o estágio em causas cíveis, trabalhistas e previdenciárias. Defesa firme dos direitos dos trabalhadores.

Tem uma causa trabalhista ou previdenciária e não sabe por onde começar? Nos conte aqui.