Quem Está Exposto ao Perigo no Aeroporto? Entenda o Direito ao Adicional de Periculosidade

Neste artigo, explicamos como o adicional de periculosidade se aplica a trabalhadores aeroportuários, identificando funções de risco e a legislação que garante esse direito.

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ÍNDICE

Trabalha no aeroporto? Entenda quem tem direito ao adicional de periculosidade, quais funções estão expostas a riscos e como garantir o pagamento dessa compensação legal.

Quem Está Exposto ao Perigo no Aeroporto? Entenda o Direito ao Adicional de Periculosidade

Trabalhar em um aeroporto pode significar estar exposto a riscos iminentes. Profissionais que lidam com substâncias inflamáveis, choques elétricos ou máquinas pesadas têm direito ao adicional de periculosidade. Mas quem realmente se enquadra nesse grupo e como garantir esse direito?

Quais Funções nos Aeroportos Estão Expostas ao Perigo?

Profissionais de várias áreas no aeroporto podem ter direito ao adicional de periculosidade. Entre eles estão:

  • Trabalhadores de abastecimento de aeronaves: exposição a combustíveis inflamáveis e risco de incêndios e explosões.
  • Profissionais de manutenção de aeronaves: risco de choques elétricos e contato com substâncias perigosas.
  • Segurança aeroportuária: exposição a situações de violência ou acidentes.
  • Trabalhadores de pátio: risco de colisões com aeronaves e equipamentos pesados.

Quando Não Há Direito ao Adicional de Periculosidade?

O adicional de periculosidade não se aplica a todas as funções. Se você trabalha em áreas onde o risco de acidentes ou exposição a substâncias perigosas é mínimo ou inexistente, o pagamento do adicional pode não ser devido. Isso inclui funções de baixo risco, como administrativas, comerciais ou logísticas que não envolvem contato com materiais perigosos ou exposição a riscos iminentes.

Como Garantir o Adicional de Periculosidade?

Se você trabalha em um aeroporto e acredita que está exposto a riscos, o primeiro passo é comunicar o superior imediato. A empresa deve realizar uma avaliação de riscos e garantir que os trabalhadores expostos a condições perigosas recebam o adicional. Se o adicional não for pago, é possível buscar orientação jurídica e até recorrer à justiça.

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